Estratégias neurodidáticas para lidar com a disgrafia em alunos do quinto ano do ensino fundamental
Palavras-chave:
estratégia, disgrafia, neurodidática, níveis de aprendizagemResumo
Introdução: A neurodidática, disciplina que integra neurociência e pedagogia, oferece estratégias baseadas na plasticidade cerebral, motivação e aprendizagem multissensorial para abordar a disgrafia, um transtorno específico da escrita que afeta a legibilidade, a coerência e a autoestima em alunos do quinto ano (10-11 anos de idade). Materiais e métodos: Foi utilizada uma abordagem de métodos mistos, aplicando o Teste de Triagem Linguística (escrita) do Ministério da Educação do Equador a 8 alunos com disgrafia selecionados de uma população de 25 crianças, complementada por observação participante e análise documental. Resultados: Os erros mais frequentes foram adição de letras (21%), disgrafia (17%), disortografia (17%) e omissão de letras (17%), enquanto a transposição foi o erro menos comum (4%). Discussão: Estes resultados destacam deficiências no controle motor, na percepção e nos processos de ortografia, justificando o desenvolvimento de uma estratégia neurodidática estruturada em torno de três atividades (estimulação multissensorial, fichas de trabalho grafomotoras e mapas mentais) com alta validade interna (alfa de Cronbach = 0,84) e respaldo de especialistas. Conclusões: A implementação de estratégias neurodidáticas contribui para o desenvolvimento cognitivo, emocional e motor de alunos com disgrafia, facilitando sua inclusão educacional e promovendo uma aprendizagem significativa por meio de experiências multissensoriais e organizacionais.
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