Da metodologia tradicional à aprendizagem ativa: aplicação da sala de aula invertada no ensino de matemática
Palavras-chave:
Sala de aula invertida, matemática, educação básica, estratégias metodológicas, aprendizagem ativaResumo
O objetivo desta pesquisa é diagnosticar o nível de aprendizagem em matemática de alunos do oitavo ano do Ensino Fundamental da Unidade Educacional Dr. Wilfrido Loor Moreira, a fim de identificar as principais dificuldades e fornecer alternativas metodológicas que melhorem seu desempenho acadêmico. Materiais e métodos: Por meio de uma abordagem mista, são aplicadas entrevistas semiestruturadas com os professores e testes diagnósticos (pré-teste e pós-teste) com os alunos, que permitem identificar um baixo domínio dos conteúdos fundamentais, especialmente em operações com números inteiros e razões, potências, frases, equações e funções. Os resultados mostram que a maioria dos alunos apresenta baixo nível acadêmico, enquanto as estratégias pedagógicas aplicadas pelos professores concentram-se em metodologias expositivas tradicionais, com pouca participação ativa dos alunos. A partir desses pontos, propõe-se a necessidade de incorporar metodologias ativas que promovam a motivação, a autonomia e o pensamento crítico. Este contexto, ou o modelo de Sala de Aula Invertida, apresenta-se como uma proposta pedagógica viável e inovadora, pois inverte a lógica tradicional da sala de aula, permitindo que os conteúdos teóricos sejam abordados fora do espaço presencial, por meio de recursos digitais, e que o tempo de aula seja utilizado para atividades práticas, colaborativas e reflexivas. Em conclusão, este modelo permite potencializar o papel ativo do aluno, fortalecer a compreensão de conceitos matemáticos e promover uma aprendizagem mais significativa, o que o torna uma estratégia pertinente para responder aos desafios atuais da educação básica.
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