A importância da inteligência artificial e dos geradores inteligentes no ensino da língua inglesa nos cursos de Direito
Palavras-chave:
inteligência artificial; inglês jurídico; educação jurídica; feedback; alfabetização em IAResumo
Introdução: A formação em inglês dos estudantes de Direito exige competência linguística, comunicação profissional, leitura crítica e verificação de fontes. A expansão da inteligência artificial generativa oferece ferramentas capazes de produzir explicações, simulações, traduções, feedback e textos jurídicos, mas também introduz erros plausíveis, referências inexistentes, vieses e riscos à confidencialidade. Materiais e métodos: Foi realizada uma revisão narrativa estruturada da literatura acadêmica e de documentos institucionais publicados entre 2020 e setembro de 2026, com foco na inteligência artificial no ensino superior, no ensino de inglês como língua estrangeira e na educação jurídica; os achados foram organizados por meio de análise temática. Resultados: As evidências examinadas indicam que essas tecnologias podem ampliar a prática comunicativa, oferecer feedback inicial, adaptar atividades e facilitar simulações de entrevistas, negociação, argumentação e litigação oral. Discussão: Sua utilidade depende de um desenho pedagógico que exija a comparação das respostas com fontes jurídicas autênticas, a explicação das revisões e a preservação da autoria intelectual do estudante; para esse fim, propõe-se o ciclo pedagógico PIVER: propósito, interação, verificação, reelaboração e registro de uso. Conclusões: A inteligência artificial pode fortalecer o inglês jurídico quando atua como apoio formativo sujeito à supervisão humana, e não como substituto da leitura, da escrita, do raciocínio jurídico ou da responsabilidade profissional.
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