Simulação clínica como metodologia ativa da carreira de Enfermaria
Palavras-chave:
Simulação clínica, metodologia ativa, relação saúde-educação, educação em enfermagemResumo
Introdução: O ensino de enfermagem na Universidade Católica de Santiago de Guayaquil requer metodologias ativas que conectem a teoria à prática clínica. A simulação clínica permite a recriação de situações reais de assistência à saúde em ambientes seguros e controlados, desenvolvendo competências técnicas, comportamentais e éticas. Materiais e métodos: Este estudo exploratório incluiu uma amostra intencional de 20 alunos e 3 docentes do curso de Bacharelado em Enfermagem. Foram realizadas observações em sala de aula, entrevistas semiestruturadas com os docentes e um questionário aplicado aos alunos, com os dados processados por meio de métodos teóricos (análise-síntese, indução-dedução) e empíricos. Resultados: 80% dos docentes utilizam simuladores em sala de aula, mas apenas 60% demonstram um nível adequado de preparo para seu uso. 100% dos alunos expressaram aceitação positiva, destacando que a simulação clínica melhora o aprendizado teórico (75% concordaram totalmente), integra o conhecimento sobre promoção da saúde (75%) e permite que eles enfrentem situações reais (100%). No entanto, 40% permaneceram neutros quanto à sua utilidade metodológica, alegando tempo insuficiente de preparo. Todos os membros do corpo docente reconheceram o valor da simulação como uma metodologia ativa, mas enfatizaram que ela deve complementar, e não substituir, a prática clínica supervisionada. As áreas para melhoria identificadas foram: desenvolvimento docente em ambientes virtuais, aprimoramento do planejamento metodológico e promoção da interação interdisciplinar. Discussão: Esses achados estão alinhados com estudos anteriores que destacam a simulação clínica como uma ferramenta essencial para o desenvolvimento de competências em enfermagem, fundamentada no construtivismo social e em metodologias ativas. Conclusões: A simulação clínica é percebida por docentes e alunos como uma metodologia ativa que promove a aprendizagem significativa e o desenvolvimento de competências profissionais, embora exija o fortalecimento da formação docente e a integração da teoria e da prática no currículo de enfermagem.
Referências
Ayala, J. L., Romero, L. E., Alvarado, A. L., & Cuvi, G. S. (2019). La simulación clínica como estrategia de enseñanza-aprendizaje en ciencias de la salud. Metro Ciencia, 27(1), 32-38. https://revistametrociencia.com.ec/index.php/revista/article/view/60
Bernal González, M. del C., & Martínez Dueñas, M. (2009). Metodologías activas para la enseñanza y el aprendizaje. Revista Panamericana de Pedagogía, (14). https://doi.org/10.21555/rpp.v0i14.1790
Cabrera, Oviedo, & Díaz. (2022). Simulación clínica como estrategia metodológica en la formación del profesional del área de la salud en el campus universitario, 2022. Diplomado en Investigación. Fundación Universitaria Católica del Sur.
Carrasco, et al. (2024). La simulación clínica como metodología para la adquisición de habilidades no técnicas, clínicas y competencias en práctica basada en la evidencia en estudiantes de grado en enfermería: proyecto SimEnf. [Tesis de grado]. Universidad de Murcia. https://portalinvestigacion.um.es
Dávila-Cervantes, A. (2014). Simulación en Educación Médica. Investigación en Educación Médica, 3(10), 100-105.
Díaz-Guio, D. A., Vasco, M., Ferrero, F., & Ricardo-Zapata, A. (2024). Educación basada en simulación, una metodología activa de aprendizaje a través de experiencia y reflexión. Revista Latinoamericana de Simulación Clínica, 6(3), 119-126. https://dx.doi.org/10.35366/118838
Meneses Castaño, C., Jiménez Becerra, I., & Penagos Gómez, P. (2023). Simulación clínica mediada por tecnología: un escenario didáctico a partir de recursos para la formación de los profesionales en rehabilitación. Educación Médica, 24, 12. https://doi.org/10.1016/j.edumed.2023.100810
Ortiz-Gutiérrez, S., & Cruz-Avelar, A. (2018). Proceso de traducción y adaptación cultural de instrumentos de medición en salud. Actas Dermo-Sifiliográficas, 109(3), 202-206. https://www.actasdermo.org/es-pdf-S0001731017305616
Parra-Panduro, K., & Cherre-Anton. (2025). Metodologías activas para el aprendizaje. Revisión sistemática. CIENCIAMATRIA. Revista Interdisciplinaria de Humanidades, Educación, Ciencia y Tecnología, 11(21), 402-423. https://doi.org/10.35381/cm.v11i21.1763
Pastuña-Doicela, R., Segovia-Hernández, R., Alvarado-Alvarado, A., & Núñez-Garcés, A. (2023). Simulación clínica virtual en enfermería en tiempos de pandemia: Percepción de estudiantes. Investigación en Educación Médica, 12(48), 52-63. https://doi.org/10.22201/fm.20075057e.2023.48.23521
Pinargote-Chancay, R., et al. (2024). Simulación clínica como herramienta pedagógica en el aprendizaje de habilidades prácticas en enfermería. Revista Arbitrada Interdisciplinaria de Ciencias de la Salud. Salud y Vida, *8*(16), 166-177. https://doi.org/10.35381/s.v.v8i16.4241
Silva, S., & Fuentes, J. (2025). La simulación clínica como estrategia para la gestión del cuidado humanizado en la formación de enfermeros/as. Revista Multidisciplinaria Dialógica. https://doi.org/10.56219/dialgica.v22i3.3432
Torres, L., & Sigales, S. (2024). La Simulación Clínica como Herramienta Andragógica en los Estudiantes de Enfermería. Revista CISTEI. http://www.cisteijournal.com
Torres-López, K. E., Aspera-Campos, T., & Garza-Hernández, R. (2025). El papel del profesional de enfermería en la educación para la salud. Atención Familiar, 32(3), 214-218. https://doi.org/10.22201/fm.14058871p.2025.3.91624
Verena Lapinskia, S., et al. (2021). La simulación clínica: la perspectiva de estudiantes de enfermería en relación con las competencias en la educación superior. Libro de Artículos Científicos en Salud. Facultad de Medicina – Universidad Nacional del Nordeste. http://med.unne.edu.ar
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Silvia María Cepeda López , Flor Elizabeth Dueñas Espinoza, Andrea Lisette Amores Vargas, Sylvia Azucena Hidalgo Jurado

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.
Esta revista proporciona un acceso abierto inmediato a su contenido, basado en el principio de que ofrecer al público un acceso libre a las investigaciones ayuda a un mayor intercambio global de conocimiento. Cada autor es responsable del contenido de cada uno de sus artículos. Los artículos pueden ser inéditos o estar disponibles previamente en servidores de preprints reconocidos por la revista. Sin embargo, no se permite la duplicación de la publicación o traducción de un artículo ya publicado en otra revista o como capítulo de un libro.
This journal provides immediate open access to its content, based on the principle that providing the public with free access to research supports a greater global exchange of knowledge. Each author is responsible for the content of each of their articles. Articles may be previously unpublished or available on preprint servers recognized by the journal. However, duplication of publication or translation of an article already published in another journal or as a book chapter is not permitted.
Esta revista oferece acesso aberto imediato ao seu conteúdo, com base no princípio de que oferecer ao público acesso gratuito à pesquisa contribui para um maior intercâmbio global de conhecimento. Cada autor é responsável pelo conteúdo de cada um de seus artigos. Os artigos poderão ser inéditos ou estar previamente disponíveis em servidores de preprints reconhecidos pela revista. No entanto, não é permitida a duplicação de publicação ou tradução de artigo já publicado em outro periódico ou como capítulo de livro.






















Universidad de Oriente