Da escravidão assalariada à moderna. Valorização na formação histórica e identitária estudantil
Palavras-chave:
tráfico de pessoas; escravidão assalariada; escravidão modernaResumo
Introdução: A escravidão, como fenômeno social de subjugação humana, persiste hoje em formas mais sutis. O trauma histórico sofrido pelos africanos escravizados não foi radicalmente superado, o que torna necessária uma abordagem educativa para transformar a cultura estabelecida e contribuir para a crítica do racismo e da exclusão social. Materiais e métodos: Foram empregados métodos de pesquisa histórica: memória histórica, pesquisa documental em arquivos e repositórios digitais (incluindo anúncios de venda de escravos do Papel Periódico de La Habana entre 1790 e 1864), entrevistas com especialistas e análise de fontes jornalísticas. A amostra documental incluiu 15 fontes primárias e secundárias, bem como relatórios da OIT e da OIM. Resultados: Entre os séculos XV e XIX, a África perdeu mais de cem milhões de pessoas para o tráfico de escravos. Atualmente, mais de 40 milhões de pessoas vivem em situação de escravidão moderna (trabalho forçado, casamentos forçados, exploração sexual). A abolição legal da escravidão não eliminou a exploração nem suas consequências psicológicas. Discussão: Os resultados coincidem com os argumentos de Sierra, García, Romay e Iglesias Utset, demonstrando que a abolição legal não eliminou as práticas de dominação. A falta de controles eficazes, educação e marcos legais adequados favorece a persistência da escravidão moderna. Conclusões: A escravidão histórica e suas formas modernas constituem uma violação permanente dos direitos humanos. É essencial aprofundar o estudo histórico da escravidão na formação dos estudantes para desenvolver uma consciência antirracista e um compromisso com a defesa dos direitos humanos.
Referências
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