Competências Pedagógicas para Influenciar Favorevelmente o Desenvolvimento Emocional de Crianças do Transição Maior
Palavras-chave:
Educação socioemocional, habilidades pedagógicas, bebês, profissionais da educação infantil.Resumo
Introdução: A educação infantil enfrenta demandas socioemocionais, sendo a educação emocional uma área de estudo particularmente importante para o desenvolvimento da satisfação, da autorregulação e do vínculo afetivo. No entanto, crianças de cinco a seis anos apresentam certas dificuldades em empatia, expressão emocional e resolução de conflitos, agravadas por lacunas na formação docente. O objetivo desta pesquisa foi analisar as competências profissionais para a promoção e o fortalecimento do desenvolvimento emocional no último ano do Ensino Fundamental (Jardim de Infância). Materiais e Métodos: A pesquisa foi conduzida utilizando uma abordagem qualitativa, naturalista e interpretativa, com delineamento exploratório-descritivo, não experimental e transversal, no Colégio San Agustín (Antofagasta). Três educadores (incluindo uma coordenadora) foram entrevistados utilizando um questionário semiestruturado (9 questões). O consentimento livre e esclarecido foi obtido e o anonimato e a confidencialidade dos dados dos participantes foram garantidos. Resultados: De acordo com as categorias referentes à importância da educação emocional, ao papel do professor e ao conhecimento teórico, os educadores enfatizam que a ausência dessas competências afeta os relacionamentos e a convivência. Além disso, os entrevistados indicam que, no caso dos profissionais da educação infantil, certas competências-chave devem ser desenvolvidas, como prática reflexiva, desenvolvimento profissional contínuo, conexão e apoio, comunicação eficaz, flexibilidade, empatia e autoconsciência emocional. Discussão: A triangulação das informações sugere uma certa lacuna entre o discurso e a prática, com intervenções sendo mais reativas do que planejadas, o que exige maior fundamentação teórica. Conclusões: Confirma-se a lacuna existente entre as necessidades das crianças e os recursos pedagógicos. É necessária também uma mediação intencional, contínua e institucionalizada, juntamente com contribuições para a formação inicial e continuada de professores.
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